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Estagiando: a persistência na busca por novas oportunidades

Publicado em 13/10/2022

Escrito por: Fabiano Oliveira

Juliana Bemfica Boff, estudante de Direito, compartilha suas experiências na área

O curso de Direito permite atuar em diversos nichos. Para os estudantes conhecerem as diferentes possibilidades de mercado, nada melhor que a realização de estágios extracurriculares durante a graduação. Exemplo disso, está a dedicação e esforço da aluna do 7º semestre do curso de Direito, da Atitus Educação, Juliana Bemfica Boff, que desde o início da graduação está engajada na busca por oportunidades na área.

A trajetória de Juliana começa já no segundo semestre do curso, quando ela foi aconselhada por uma amiga a competir por uma vaga de estágio oferecida pela Polícia Civil de Porto Alegre. “A seleção para o estágio foi bem tranquila, realizei a entrevista e após uma semana fui chamada. No início estava muito nervosa, não tinha muito conhecimento na área, porém sempre me identifiquei muito com o direito penal e almejava muito um concurso público voltado para a Polícia”, revela a estudante.

“Permaneci no estágio durante 1 ano e 6 meses, no Departamento de Administração Policial, onde realizava atendimento aos servidores e análise de expedientes administrativos. Foi uma grande oportunidade de vivenciar o dia a dia dos servidores da Polícia Civil, de ter um primeiro contato com a área e com o atendimento ao público, que em minha opinião é muito importante para quem escolhe a área jurídica”, explica.

Com a pandemia, Juliana acabou saindo da Polícia Civil, mas sem deixar de buscar novas oportunidades na sua área de atuação. “Em julho de 2020, realizei a prova do Tribunal de Justiça e encaminhei meu currículo para diversos setores. Fiz entrevista para uma vaga no Cartório da Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas e fui chamada. O estágio em uma vara de execução de penas, em geral, é muito enriquecedor, permite que se adquira grande conhecimento de Execução Penal e todo o procedimento após uma condenação penal”, considera a futura profissional.

A história da estudante de Direito não para por aqui. Uma nova experiência na área acabou surgindo. “Após 6 meses de estágio na Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas resolvi buscar uma vaga em Gabinete. Após alguns dias fui convocada para uma entrevista no Gabinete do 2º Juizado de Violência Doméstica e Familiar. Confesso que não esperava ter sido chamada, uma vez que não possuía muito conhecimento da Lei Maria da Penha”, salienta.

“No início do estágio, estudei a lei e inicialmente realizava audiências preliminares, as quais eram mais simples uma vez que realizadas somente com as vítimas. Com o passar do tempo e adquirindo maior autonomia, comecei a auxiliar em despachos, decisões e audiências de instrução”, pontua Juliana.

Após o período de prática profissional no Judiciário, a jovem decidiu buscar a concretização de um sonho que tinha desde o início da graduação: realizar um estágio na Polícia Federal. “Me deparei com uma vaga para a Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários (DELEFAZ), me inscrevi e realizei uma prova, a qual consistia em uma redação. Após alguns dias fui comunicada que havia passado para a próxima etapa e que então realizaria uma entrevista com o Delegado, o qual me comunicou que havia sido selecionada”, comemora.

“O estágio na Polícia Federal superou todas as minhas expectativas em relação a um estágio, ele permitiu que eu tivesse autonomia para dissertar e argumentar em diversas oportunidades. A atividade desempenhada é, em sua maioria, a elaboração do Relatório Final do Inquérito Policial, então, se permite e exige que se conheça e fundamente todas as diligências realizadas pela Polícia e ao final se produza argumentos suficientes ao indiciamento, ou não, dos investigados”, explica Juliana, ao pontuar as atividades que desenvolve no atual estágio.

Juliana também enfatiza que os estágios são uma porta de entrada para o mercado de trabalho. “O estágio representa uma importante oportunidade para que possamos nos aproximar da realidade das profissões que almejamos e para que possamos nos identificar se aquela é realmente a especialização que realmente buscamos ou se a prática não corresponde às suas expectativas”, disse.

A estudante de Direito também traz dicas importantes aos colegas que buscam experiências durante a graduação. “É importante que no início do curso se procure uma indicação ou vagas de estágios que não exijam conhecimentos tão específicos em alguma área, como por exemplo, em Cartórios do Tribunal de Justiça, uma vez que eles permitem que se adquira muita vivência e ao mesmo tempo proporcionam muitas oportunidades para quem está começando”, considera.

“Um estágio é uma oportunidade de adquirir conhecimento, então não tenha medo de perguntar, de não saber determinado assunto e até mesmo de errar. Os estágios não são vínculos, embora muitas vezes acabamos nos apegando aos colegas e a facilidade de trabalhar com o que já sabemos. É importante sempre nos desafiarmos a buscar algo novo para que possamos conhecer as diversas áreas do curso. Além disso, é sempre importante oferecermos o nosso melhor e estarmos dispostos a sermos proativos nas atividades, para que assim possamos, muitas vezes, adquirir recomendações futuras”, finalizou Juliana.

Série Estagiando

Toda semana contamos histórias de alunos e egressos da Atitus que viveram experiências enriquecedoras nos estágios. Acompanhe pelo site e pelas redes sociais da Instituição.

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