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Graduação

Projeto da Escola de Direito da Atitus com a CUFA vence o Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral

Formação de facilitadoras populares atendeu 79 mulheres no bairro Valinhos em Passo Fundo e conquistou o 1º lugar na categoria ONGs

 

O projeto de extensão "Prevenção e combate à violência doméstica: formação de facilitadoras populares", da Escola de Direito da Atitus em colaboração com a Central Única das Favelas (CUFA) de Passo Fundo, conquistou o 1º lugar na categoria Organizações Não Governamentais da 6ª edição do Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral. 

Com o objetivo de capacitar mulheres da comunidade para reconhecer situações de violência, orientar sobre direitos e ajudar no encaminhamento aos serviços de proteção, o primeiro ciclo do projeto aconteceu no bairro Valinhos de Passo Fundo e atendeu 79 participantes. Atuaram como facilitadores docentes da Atitus de Direito e de Psicologia: Felipe da Veiga Dias (Direito Penal II), Lívia Copelli Copatti (Direito de Famílias e NUJUR Itinerante), Carolina Goulart (Direito Penal III e Processo Penal II), Maira Tonial (Direito do Trabalho), Cláudia Cagliari, Silvana Ribeiro e Graziela Ribeiro (Psicologia), além de estudantes das disciplinas.

A criação e a gestão do projeto são da docente da Atitus Leilane Serratine Grubba, em conjunto com o coordenador da CUFA Guilherme Barreto. O projeto leva o conteúdo de várias disciplinas para fora da sala de aula, com estudantes e docentes atuando junto à comunidade. O projeto fortaleceu o protagonismo comunitário das participantes, ampliando sua capacidade de orientar outras mulheres e disseminar informações sobre direitos.

Ao integrar ensino, pesquisa e extensão em parceria com a sociedade civil organizada, o projeto reafirma o compromisso social da universidade com a promoção dos direitos humanos, a igualdade de gênero e o fortalecimento da cidadania.

Sobre o prêmio

Instituído pela Resolução CNJ n. 377/2021, o prêmio homenageia a juíza do TJRJ Viviane Vieira do Amaral, vítima de feminicídio em dezembro de 2020. Ele dá visibilidade a ações de prevenção e combate à violência doméstica e familiar.